Somos mulheres cariocas que sabemos e gostamos de beber e fazer cerveja. Nos encontramos regularmente para fazer degustações, harmonizações e nos divertir. Acompanhem!
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Meantime Raspberry no Beertaste
sábado, 29 de agosto de 2009
Chopp Maredsous 10
Ana Puga – convidada pro encontro
Pra finalizar resolvemos experimentar a Leute Bock Bier, uma novidade para todas as FemAles. Com aparência marrom turva, espuma bege de longa duração, aroma caramelo, chocolate, torrado, café e baunilha e sabor adocicado, um pouco maltado, retrogosto de chocolate ao leite, retronasal com uma nota de defumado. Final mais amargo por causa do torrado. Gostamos bastante.
Esperem os próximos!
Até lá!
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Vinho de cevada
A Barley Wine é um dos meus estilos favoritos de cerveja, tanto pelo corpo, quanto pelo teor alcóolico mais elevado. Há algum tempo estávamos querendo promover uma degustação harmonizada de cervejas do estilo, o que foi feito no último dia 14 na casa da Lu. Os nossos convidados habituais, Ricardo Rosa, Mauro Nogueira e Tasso Marcelo também estavam presentes para nos servir e nos acompanhar na árdua tarefa de experimentar cervejas que começaram com 7,2% de teor alcóolico e foram até 10,5%. O Mauro e o Ricardo levaram pra degustarmos no pós-trabalhos uma prova da Intrepidus Nocturnum 1, uma super stout de 11,6%, maravilhosa.
De convidados inéditos tivemos o cervejeiro Lúcio Fialho e a mulher, Mônica, além da Carol, a responsável pelo lindo logo da FemAle carioca, e a Karine, irmã da Lu. O Lúcio, muito gentil, nos levou algumas garrafas de cerveja produzidas por ele e o Daniel Caruso. Uma delas foi uma dubbel na qual usaram, na primeira fermentação, cepas coletadas de uma garrafa da “Gouden Carolus Cuvee Van de Keiser!!! e, na segunda fermentação, levedura coletada da Orval !!!. Esses meninos não são o máximo???
Lúcio, em pé, e os habituais Mauro, Ricardo e Tasso
E foi o Maurinho mesmo que nos fez uma apresentação sobre o estilo. "A Barley Wine é uma cerveja que tem um quinto elemento, o tempo de garrafa. Além do malte, água, lúpulo e fermento esta é uma cerveja em que o tempo pode influenciar muito positivamente no resultado final", garante.
A primeira a ser degustada foi a Traquair (7,2%), que tem teor alcóolico menor do que o estipulado pelo BJCP para o estilo. Uma cerveja com pouco corpo, baixa carbonatação e doce. A Golden Pride (8,5%) é bem equilibrada e mistura o doce do malte com o amargor do lúpulo. Na minha opinião e na da Flavinha, ela apresenta ainda um toque spicy, uma picância. Ela é mais licorosa, tem bom corpo e boa carbonatação. Em seguida veio a Red Ale, da Baden Baden. Infelizmente estava oxidada e com uma cor diferente do original que todas nós não nos furtamos de tomar sempre que dá.
O danadinho do Mauro fazendo graça, como de praxe!
A quarta cerveja foi a St Bernadus 12 ABT que nos foi indicada como Barley Wine, mas parece mais para uma trippel. Com 10% de teor alcóolico, ela tem aroma bem cítrico, uma mistura de azedinho e adocicado que lembra frutas vermelhas. Muito gostosa, apesar de não ter nada do estilo. A Exumada chegou com sua cor rubi, bem licorosa, alcóolica, com notas de amadeirado, de baunilha e de álcool. Por último veio a Gulden Draak (10,5%), aroma de caramelo e baunilha, sabor um pouco torrado, levemente adocicada e alcóolica. Bom corpo e bem equilibrada.
Depois da bebelança, veio a comilança. Além de, claro, termos degustado cervejas levadas pelo Lúcio. Ele, aliás, nos contou que a Mônica também gostou do encontro e que no dia seguinte começou a ler sobre a Barley Wine...
Maurinho carbonatando a Exumada
A rangadeira era algo apenas natural....
A turma toda curtiu e o encontro virou rave novamente.. Os últimos (hehe) ficaram até depois das 4 da manhã.
Um brinde da galera toda
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
FemAle em degustação da Confraria do Marquês no Lapa Café
Na última quinta-feira, eu e a Lu participamos de uma deliciosa degustação promovida pelo Maurinho e pelo Tiago (Confraria do Marquês), no Lapa Café, um espaço novo e muito charmoso na rua Gomes Freire 453, no centro do Rio. O Tiago nos conta que a iniciativa surgiu de uma repentina paixão do José Fernandes, o Júnior, pela cerveja especial. "Ele descobriu a Brasil Brau numa noite, pegou um avião para Sampa e, no dia seguinte, por volta das 15 horas, apareceu no stand da AcervA Carioca inebriado com o clima da feira e com as cervejas que havia degustado". Não deu outra, resolveu vender cervejas especiais na sua novíssima casa e abriu as portas para a Confraria.
As cervejas escolhidas pelos mestres foram oito: Franziskaner Hefe, Abbot Ale, London Porter, Leffe Blond, Colorado Indica, Baden Baden Red Ale, Paulaner Salvator e Urthel Belgian Strong Ale.
Além destas, o Mauro levou ainda uma Weizen dele, servida no lindo lindo Growler (esse menino tira onda!), e ainda duas garrafas de Red Ale _ numa delas ele usou o dry hopping e era bem perceptível o aroma mais forte da nossa plantinha querida. A Andréa Calmon, da Balkonn, levou também uma Strong Suffolk.

A cervejas foram escolhidas, segundo o Tiago, para representar as escolas alemã, belga e inglesa de cervejas especiais. De problemas tivemos a Red Ale, que estava oxidada (atenção Baden Baden, em uma semana é a segunda vez que tomo Red Ale ruim), e a Strong Sufolk que estava acética. Das servidas, apenas a Abbot Ale eu não havia experimentado ainda. Nossa, adorei. Uma cerveja bem lupulada, tanto aroma quanto amargor, com uma linda cor avermelhada. No entanto, percebemos que, ao deixar um pouco dela no copo para beber depois, a cerveja perdeu muito. Ficou com cheiro de peixe e de óleo de fígado de bacalhau. Eca.
sábado, 15 de agosto de 2009
Análise sensorial: DMS


Pode ser causado por contaminação de bactérias, ou advir de uma fervura rápida ou não tão vigorosa.
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Nós no Brejas
domingo, 9 de agosto de 2009
Chopp Maredsous 6
Está previsto o lançamento dos chopps Maredsous 6, Maredsous 10, Tripel Karmeliet, St Bernardus Tripel e Abt, Vedett White, Liefmans Kriek. Isso apenas para começar! Cada vez que um barril acabar será aberto um outro diferente. Um mais maravilhoso que o outro!
A estréia foi com o chopp Maredsous 6. Estive lá para comprovar! Beber um chopp belga, em plena Ipanema, não tem preço! O frescor do chopp era impressionante. A suavidade e leveza estavam uma delícia.
O chopp Maredsous 6 estava sendo servido a R$15,90 a taça de 250 ml. Justo!
Diante de tantas opções de cerveja, não podíamos ter ficado só no Maredsous. Degustamos também a Orval (que eu adoro!!), Leffe e St. Bernardus Abt.
No final da tarde tivemos o prazer de um bom bate papo com o Xavier Depuydt, que ainda nos serviu a Deus, Tripel Karmeliet e Trappist Rochefort.
O Belgian Beer Paradise fica na rua Visconde de Pirajá 580 – 213 – Ipanema (www.beerparadise.com.br).
Ótimo final de tarde!
No próximo barril estarei lá, com certeza!