quinta-feira, 10 de março de 2011

Carnaval é no Rio!

 O carnaval do Rio está cada vez mais cervejeiro.

Pra começar, numa iniciativa de conhecer os cervejeiros, saber nossas opiniões sobre os produtos e nos mostrar como é feita sua cerveja, a Devassa nos convidou para uma visita à cervejaria, que veio com um outro convite, uma noite em seu camarote, pra assistir a um dos maiores espetáculos da Terra, os desfiles das escolas de samba na Marquês de Sapucaí.

Maurinho Nogueira, FemAle Lu, Botto, Tatiana e João, o intermediador entre a Devassa e os cervejeiros! Obrigada!
 Além do chopp Bem Loura, também foram servidos Loura, Ruiva e Negra. Legal ver certa diversidade num local tradicionalmente conhecido por só servir cervejas das grandes massas. Nada contra esse tipo de cerveja e quem gosta, totalmente contra preconceitos com o paladar nosso de cada dia, mas acreditamos que as opções devem ser mostradas, o consumidor deve conhecer, saber que cerveja é muito mais do que o velho padrão. Bela iniciativa essa adição de mais 3 chopeiras. Quem sabe ano que vem não rola uma Eisenbahn pra completar o time? Fica a campanha!

No dia seguinte, o super tradicional bloco da ACervA Carioca, que esse ano contou com o grande apoio do Boteco Colarinho e de várias cervejarias que mandaram seus deliciosos chopps. Tivemos mais de 500 litros de chopps, dentre Colorado (Ribeirão Preto/SP), Noi (Niterói/RJ), Fraga (RJ/RJ), Röter (Barra do Piraí/RJ), Therezópolis (Teresópolis/RJ), a caseira Confraria do Marquês, a witbier Menininha, leva coletiva da ACervA, de autoria do Maurinho Nogueira e quase 100 garrrafas da Tcheca, da Biertruppe.

FemAle Carioca
FemAle Carioca
 
Tivemos algumas visitas de fora do RJ, como Pedro e Fabio, do Biermarkt de POARicardo Amorim, alguns associados da ACervA Paulista; e o David Wagnon, sócio e representante mundial da Delirium Tremens, levados pelos donos do Delirium Café/RJ, Helinho e João. Que honra!

Diego e Pati (Colarinho), FemaAle Tatiana, David Wagnon e esposa, João (Delirium Café), FemAle Lu, Botto e Helinho (Delirium Café)
FemAles com David Wagnon (blusa rosa), sua esposa, Helinho e João (abaixados) e Irene Brocki, da Therezópolis (extrema direita)
Unhas de copos de chopp

O Bernardo Couto é o marinheiro
 Foi muita animação em 8 horas de festa. A bandinha arrasou, e tivemos marchinha própria, composta pelo associado Bernardo Couto. Uma palhinha:

Seu garçom faça o favor de me trazer depressa
Uma pale ale que seja bem lupulada
Uma bock com tostado à beça, e não precisa
Que ela esteja tão gelada.

Não se esqueça de provar dubbel
Blond ale, wit e quadrupel
Vá dizer ao cervejeiro
Que não quero milho, arroz
Mas que mature o tempo inteiro.



Alguns associados reunidos
 Um brinde ao carnaval cervejeiro!

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Festa da Double Chocolate Stout, Dado Bier

Mestre Ricardo e Mestre Maurinho: os pais da criança!
A cervejaria gaúcha Dado Bier teve a grande iniciativa de convidar os cervejeiros caseiros cariocas Ricardo Rosa e Maurinho Nogueira pra se unirem num lindo projeto, uma cerveja única, feita com chocolate, em parceria com o Mestre Cervejeiro da Dado Bier, Carlos Bolzan.

A embalagem já é linda
Os meninos fizeram vários e vários testes, e a ACerva Carioca se deu bem, provando vários desses protótipos, tanto caseiro, na fase de testes, quanto já pronto, na forma de chopp. Essa cerveja leva chocolate 70% cacau da Kopenhagen inserido em plena maturação. Infelizmente, dada a presença de produto animal na composição, o leite em pó, a venda não foi permitida pelo MAPA, uma postura comum em nosso mercado cervejeiro para as cervejas aqui fabricadas, já que importadas com esses ingredientes chegam aos montes.

Os mestres com as FemAles Duda, Lu e Regina, e um amigo.
Já que a cerveja não será lançada e posta à venda, a Dado Bier deu de presente à Cidade Maravilhosa uma festa, com alguns exemplares dessa bebida fantástica. A festa em questão foi no Boteco Colarinho, que ofereceu queijo de cabra e queijo azul para fazermos algumas harmonizações mais que perfeitas, principalmente com o queijo de cabra.

Sucesso garantido!

O Boteco lotou de convidados sortudos, que puderam degustar vários copos com o líquido precioso, denso, cremoso, equilibrado, achocolatado, com 10,5% abv perfeitamente inseridos e nada destacados.




Galera toda que foi parabenizar os meninos


Familiares e amigos abrilhantaram a festa





Os convidados

As FemALes com os Mestres Ricardo e Maurinho e 3 intrusos, Diego, Botto e João. rs.


Um puxão de orelha pro nosso Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento!

Um brinde às belas iniciativas, às incríveis cervejas, às melhores companhias e às grandes amizades feitas!

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Degustação de Presentes


 Essa reunião da FemAle Carioca foi pra degustar presentes, de novo! Mas dessa vez super nacionais. Eu, Tatiana, fui a anfitriã da vez.

Ganhamos do Craft Bier, de Rio Azul, no Paraná, uma weiss bier e uma belgian strong ale, e do Bodebrown, de Curitiba, uma cerveja de cada, dos seus mais variados estilos. 


Pra aquecer os tamborins, tomamos as alemães Weihenstephaners, excelente representante do estilo trigo, da cervejaria mais antiga do mundo.



 Na onda dos grãos, provamos a Combined Harvest, da Batemans: cerveja bem leve, que tem em sua fórmula centeio, trigo, cevada e aveia.


Filha única no Brasil foi a Weihenstephaner Tradition, que, infelizmente, não é mais trazida pro nosso país. É uma delícia. Unanimidade em seu equilíbrio entre dulçor e amargor.


Com todos os degustadores presentes, iniciamos a degustação pela Bodebronw hefe-weiss: leve banana madura, corpo médio-leve, cravo também perceptível. Bem refrescante.


Na linha de trigo, abrimos a Craft Bier Weissebier 5,6% abv, com turbidez típica da weiss, puxada mais pro fenólico. Colarinho bonito.



A próxima foi a Craft Bier belgian golden ale. Cerveja suave. Leve esterificação.


A Bodebrown Hop Weiss tem a mesma base da hefe-weiss, tendo como diferença o dry hopping de amarillo, deixando a cerveja mais cítrica. Bem interessante. O rótulo é uma atração à parte. Super woodstock.


Na Bodebrown helles bock o aroma de malte melanoidina predomina. É bem maltada. O álcool não aparace. O rótulo diz "surpreenda-se". Uau!


Fizemos uma pausa pra beber os chopps que o Diego, do Boteco Colarinho, nos trouxe de presente: Colorado Indica, Demoiselle e La Trappe Quadrupel. Foi uma beleza, uma festa. "Uau! Temos chopp em casa. Somos o máximo!" O engraçado foi que ele engarrafou os chopps em garrafas de H2O aromatizadas de maracujá, pra serem aqui carbonatados. O primeiro foi o Indica, que puxou mais um pouquinho pro cítrico. rs.

As fotos artísticas da Regina: Botto e Diego.
Partimos pras mais potentes, e abrimos a Perigosa Bodebrown Imperial IPA. Sente-se bem o álcool. Muito boa. Cerveja perigosa mesmo. O nome condiz. Amargor característico do estilo.

Esse rótulo vai pra minha motoca. Perigosa!
A bodebrown Wee Heavy - Scotch ale oak barrel - foi a próxima. O aroma é adocicado, de banana-passa, caramelo, baunilha. Licorosa. Sente-se o calor do álcool. Leve amargor.


Em outra pausa da degustação, outro regalo do Diego, chopp Colorado Demoiselle. Qual não foi nossa surpresa ao sentir na demoiselle o mais puro aroma artificial de maracujá. Parecia uma torta de maracujá com café. Mas eu adorei mesmo assim. Diliça!

Demoiselle com maracujá. Inovação!

Será que o mestre Ricardo gostou da combinação?

Next: Bodebrown Barley Wine com graviola. 12% abv: Aroma de graviola mesmo. Adocicada, com um levíssimo azedinho, provavelmente da fruta. Bem inovadora, né?! Bem nacional. Característica do nosso Policarpo Quaresma da cerveja.

Last, but not least, chopp La Trappe Quadruppel, com maracujá. rs. Também conhecido como LaCraia  (histórias de bar). De todas as de maracujá, essa foi a preferida da Duda.


Super noite de queijos e cervejas! Um brinde!

A macacada reunida: Botto, Diego, Ricardo, Duda, Lu, Tati e Regina!