segunda-feira, 20 de junho de 2011

Degustação de novas cervejas

O último encontro FemAle foi marcado para degustarmos alguns presentes que ganhamos e visitar nosso mascote, Tiaguinho.

Compramos uns frios e preparamos um penne ao molho de gorgonzola para acompanhar a degustação.

Começamos com as cervejas Leuven, que recebemos da própria cervejaria. A primeira foi a Golden Ale, de 5,5% alc. Uma cerveja leve, de cor clara e com pouco aroma. Podendo evoluir um pouco no estilo. A segunda foi a Red Ale, de 6% alc. Aroma de caramelo, sabor torrado, cor amber. Encorpada. Gostamos bastante. Fechamos as Leuven com a Dubbel, de 8% alc. Cor castanha, aroma caramelo, bastante carbonatada e super refrescante!

A próxima cerveja foi uma Baltika, porter, de 7% alc. Considerada a melhor Porter do mundo pela revista Beers of the World em 2009. Estava bem gostosa. Aroma torrado, cor escura e sabor caramelo sem ser muito doce.

Em seguida, experimentamos uma Imperial Stout do Mauro Nogueira. Maravilhosa!!! Considerada a melhor cerveja da noite pela FemAle Flavinha.

A convidada da noite, Andrea Calmon, nos presenteou com duas cervejas: a Burgman, de 6,5% alc, uma Flanders Red, estilo pouco conhecido pelas FemAles, que apresentou bastante aroma de malte, cor castanha escura e sabor leve. E a Vivre Pour Vivre, já bastante comentada aqui no blog FemAle, com aquela jabuticaba que é um sucesso!

As saideiras da noite foram a Wals Brut, de 11% alc., presente da Balkonn, com cor amarela clara, pouca carbonatação, mas um aroma de coentro bem característico, e a Ithaca, de 10,5%, presente do Marcelo Carneiro, com sabor torrado e caramelo e alcool perceptível, muito boa!

Aproveitamos o encontro para entregar o presente de aniversário da FemAle Lu: Atrasado, como todos!

Depois de tanto tempo, conseguimos matar as saudades... Até breve!

domingo, 5 de junho de 2011

Empório Alto dos Pinheiros, Maltemoiselles e Sinnatrah

Desde o início de maio que tenho trabalhado alguns dias na semana em São Paulo, aproveitei a visita à cidade para conhecer algumas pessoas e novos lugares.

O primeiro ponto de encontro foi no bar Empório Alto dos Pinheiros.

O Empório é especializado em cervejas especiais e vinhos. No primeiro andar ficam as cervejas. Além de algumas geladeiras, existem várias prateleiras com diversos rótulos, que você pode escolher pra beber na loja, que eles gelam em 15 minutos. O bar também possui 10 torneiras de chopp, e as segundas e terças-feiras tem dose dupla! O cardápio também é recheado. Possui petiscos, sanduiches e pratos. Todos que eu experimentei estavam uma delícia!!!

Fui conhecer o bar no dia da “Breja” da Acerva Paulista. Conheci alguns integrantes e admiradores de cervejas especiais, como o Danilo, que fez uma cerveja com framboesa, o Rodrigo da Sinnatrah, o Eduardo do Homini Lúpulo, o pessoal do Breja do Breda, o Moisés, do Sexo e Cerveja, que fez uma cerveja com pimenta rosa, deliciosa! O Fulvio e a Amanda e o Eduardo Maneta.

Aproveitei a dose dupla de Bamberg e tomei vários chopps, entre eles, Helles com bruschetas tradicionais e Rauchbier com torradinhas com cogumelos e queijo emmental. Estava tudo ótimo, principalmente, porque fui super bem recebida pelo pessoal. Obrigada!

Na terça-feira seguinte, voltei ao Empório Alto dos Pinheiros, mas desta vez fui conhecer as meninas da Maltemoiselle. A Maltemoiselle é uma confraria feminina de cerveja, de São Paulo, inspiradas na FemAle Carioca. Estavam lá: Ingrid com o George, Julia, Tatucom a filha, Alice e Aline com Victor. Além deles, estavam também a Marcy, Amanda e Fulvio e Silvio e Ana Guerra, da Acerva Paulista.

Aproveitei o encontro para apresentar pra eles a Sex-a-Holic e a Ísis Dorval. Foi um sucesso! As Maltemoiseles ficaram me devendo a Holiday Stout, a última leva coletiva delas.

Na semana seguinte ia acontecer o “II Encontro de Cervejeiros Paulistas”, na Cervejaria-Escola Sinnatrah, e a carioca aqui também foi convidada!

Neste encontro, conheci outros dois casais muuuiiitttooo gente boa: a Zanith e o Alexandre Sigolo, cervejeiro da Cervejaria Nacional, e o Itamar e a Jéssica, que começaram a fazer cerveja caseira agora.

Neste dia experimentei algumas cervejas caseiras, entre elas: a Class War, uma American Brown Ale, de 4,5%, do Felipe Sigolo. A cerveja estava muito boa, encorpada, escura e bem lupulada. Depois passei para a Pilsen, que a Acerva Paulista fez durante o curso do Paulo Schiaveto, que também estava redondinha. Delícia! E por última, a dívida da semana anterior, a Holiday Stout, de 4%, das Maltemoiselles. Estava leve e com uma cor linda. E o rótulo, a cara delas! Rsrsrsrs.

Na semana passada fui conhecer a Cervejaria Nacional, mas isso é papo para outro post!

Saúde!

terça-feira, 19 de abril de 2011

Brooklyn Brewery


Após visitar a Avery, eu e Ricardo partimos para nossa segunda e última cervejaria da viagem, a Brooklyn Brewery.

Localizada em Nova Iorque, a Brooklyn surgiu da ideia de dois amigos, um banqueiro e outro jornalista internacional, de mudar de vida. O jornalista pegou o gosto por cervejas caseiras com diplomatas que estavam com ele em países islâmicos, onde a bebida alcoólica era proibida. A partir daí ele sugeriu que abrissem uma cervejaria. No início a ideia não foi muito levada a sério, mas depois de uma participação em um festival de cervejas no Colorado perceberam que podia ser um grande negócio.

Desde o início, o marketing foi um ponto fundamental para eles, que resolveram usar o nome Brooklyn, nome do conhecido bairro de Nova Iorque, e o designer do logo “I Love NY” para elaborar a marca.

No início, as cervejas eram fabricadas em Utica, no interior do estado. Em 1994, contrataram o cervejeiro Garrett Oliver para projetar a nova fábrica no Brooklyn, aberta em 1996. Atualmente, a fábrica está em reforma com previsão de triplicar a capacidade de produção.

Fizemos um tour para conhecer a fábrica e partimos para a degustação. Experimentamos, “on tap”, as cervejas Pilsner, Brown Ale, Irish Stout, IPA. Todas maravilhosas!!!

Recomendo a visita!

Saúde!

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Desbravando Bares: Botequim do Príncipe

Ricardo Rosa com FemAles Duda, Regina e Tatiana, no Botequim do Príncipe
O centro da cidade, como já não é novidade, está cheio de bares com cervejas especiais (sem entrar na polêmica dessa denominação).  Nós já conhecíamos alguns, e já falamos aqui do Al Farabi, mas tinha um que sabíamos ser muito bom, mas não tínhamos tido a oportunidade, o Botequim do Príncipe , também conhecido durante o dia como Príncipe dos Galetos. 

O cardápio
Em um happy hour com amigos brahmeiros, ano passado, um deles quis me apresentar uma cerveja maravilhosa, que não lembrava o nome, e pagou a conta correndo pra  me levar ao tal bar que ele havia bebido essa maravilha. Chegando lá, o bar era o Botequim do Príncipe, e a maravilha  era a Wäls Quadruppel. Bebemos só duas, pois o Botequim do Príncipe estava fechando, mas ficou o gosto de quero-mais.

Como agora fomos procuradas via e-mail pra ajudar num trabalho final de faculdade, aproveitamos pra marcar lá com a menina, em plena sexta-feira.


O bar é uma graça, com vasto material de divulgação das cervejas, o que o faz ficar com cara de especializado mesmo, além de ter uma carta com aproximadamente 100 rótulos, divididos por Estados brasileiros e países. Os preços são honestos. Os petiscos, que ocupam 1 única folha do "folhado" menu, são bem feitos também. Pena não termos tirado fotos da porçãozinha de kibe. Uma delícia. 



O nosso garçom foi o super atencioso Cristiano, que lembrou de perguntar nossas preferências e se esmerou em sugerir cervejas mil pro nosso paladar.

Esse cara é bom!
Começamos com a Estrella Damm Inedit e aproveitamos pra conhecer a linha de uma cerveja feita na Cervejaria Petrópolis, a Weltenburger Kloster. 



As La Trappes, qualquer uma, eram o destaque da promoção do cardápio, e "saideramos" com a quadruppel. 


Acabou que a menina do trabalho de faculdade não foi, mas o programa rendeu uma bela noite e mais uma excelente opção pra beber boas cervejas.


O Botequim do Príncipe vale a pena a visita pós trabalho. Um brinde!

terça-feira, 5 de abril de 2011

Degustação de Cervejas Americanas – Dose Dupla

Voltamos de viagem dos Estados Unidos com, apenas, meia dúzia de cervejas na mala. Distribuímos os “presentes” e marcamos duas degustações para entregá-los e degustá-los! Claro que a gente não podia ficar de fora.

A primeira degustação foi aqui em casa. Convidamos os presenteados Mauro, Tiago e Diego, e os acompanhantes, Paty, Lu, Laura, Luisa e Pedrinho. Mais eu e Ricardo.

Tomamos umas Fornicales (Ricardo Rosa) até todos chegarem e partimos pra degustação.

Começamos a noite com a Double Jack, da Firestone, uma double IPA, com 9,5% de álcool. Iniciamos com uma das melhores da noite. Bem lupulada, mas equilibrada. Álcool imperceptível. Maravilhosa!!!

A segunda cerveja foi a Stone Old Guardian Belgo, uma Barley Wine com 12% de álcool. Com bastante corpo, pouco doce e álcool perceptível. Aroma com notas condimentadas e frutadas típicas de um fermento belga. Também uma delícia!

A terceira da noite foi a Barrel-Aged B.O.R.I.S. Imperial Stout, da Hoppin Frog, com 9,4% de álcool, envelhecida em barril de whiskey. Um pouco mais doce e com aromas de baunilha, frutas vermelhas e carvalho.

Pra finalizar, degustamos a Improvisación Oatmeal Rye India-style Brown Ale, com 9% de álcool. Apesar do nome tentador, foi a mais fraca da noite. Pouco corpo e aromas leves.

Para acompanhar o primeiro dia de degustação, preparamos uma mesa de frios, pastas e pães e finalizamos com um penne ao pesto.

A outra parte dos “presentes” só podia ser para a FemAle Carioca. Marcamos a segunda degustação das cervejas de Nova Iorque na casa da FemAle Lu.

Começamos a noite matando as saudades do Tiaguinho, nosso mais novo mascote, e entregando o presente de aniversário, mais que atrasado, da Flavinha.

Enquanto passávamos o Tiaguinho de colo em colo, iniciamos a degustação.

Como sempre, além das duas cervejas da viagem, surgiram algumas outras! Degustamos 7 cervejas:

1. Due 2010 – Dubbel – 6,5% alc - cerveja produzida pela Bamberg pelos dois anos do Melograno. Bem equilibrada, aromas belgas. Uma delícia!

2. Fogo, Paixão e Lúpulo – IPA – 6,5% alc – cerveja produzida pelo Mauro Nogueira, para o bloco de carnaval brega Fogo e Paixão. "A vida é doce, a vida é mel, a cerveja é amarga...". Como todos sabem, IPA é a especialidade do Maurinho. Essa não fugiu da regra e estava maravilhosa!

3. Tô Sem Freio – Irish Red Ale – 5% alc – cerveja produzida por mim, para ser a lembrança do casamento de dois amigos: Lelê e Zé. Com o objetivo de agradar ao maior número possível de pessoas, leigas em cervejas artesanais, produzi uma cerveja leve, com pouco amargor, mas saborosíssima!

4. Saison DeLuxe – Southampton – 7,4% alc – primeira trazida da viagem. Aroma de especiarias delicioso, corpo médio e um pouco doce, fugindo um pouco do estilo.

5. Saison “de ma Maison” – 6% alc – cerveja produzida por Ricardo Rosa. Um pouco frutado no aroma, bastante seca e com um sabor maravilhoso!!

6. Wheat Wine – Barley Wine de Trigo – 10% alc – cerveja escura de trigo feita com malte torrado, produzida por Mauro Nogueira. Bem encorpada e saborosa. Aroma frutado, tostado e chocolate. Foi um sucesso!!

7. Full Sail – Bump in the night – Black IPA – 6,5% alc – segunda cerveja trazida da viagem. Pouco corpo e pouco sabor. Gostosa, mas sem nada de especial.

Resumo do segundo dia de degustação: As nossas estavam muito melhores do que as deles!!!! Parabéns aos cervejeiros caseiros que cada vez mais nos impressionam, com cervejas bem elaboradas, saborosas, encorpadas e equilibradas.

Continuamos a noite bebendo Fornicale e Wheat Wine. Tudo foi acompanhado por entradinhas deliciosas preparadas pela dona da casa e por um risoto de açafrão com carne assada na cerveja, preparado pelo Maurinho. Maravilhoso!

Saúde!

terça-feira, 29 de março de 2011

Hop to it, Brewers Association e BJs Brewery

Aproveitamos a passagem por Boulder e fomos conhecer, além da cervejaria Avery, outros três lugares.

O primeiro deles foi a loja HOP TO IT!

Vocês, cervejeiros caseiros, já imaginaram elaborar a receita de uma cerveja, dar uma saidinha até a esquina, comprar lúpulo, fermento (sem precisar propagar) e malte (moído na hora), voltar pra casa, jogar o malte na panela e começar a sua produção, tudo no mesmo dia?

Lá em Boulder, como em várias cidades grandes ou pequenas dos EUA, funciona assim!

A HOP TO IT! é uma loja de insumos, materiais e equipamentos que tem de tudo que você precisa para fazer a sua cerveja em casa. Um sonho! Tudo pronto, na hora e com uma variedade impressionante. Dá uma olhada:

O Rio de Janeiro precisa de uma dessas! Alguém se habilita?

Já na volta, rumo ao aeroporto, passamos novamente por Boulder para conhecer a Brewers Association e seu presidente, Charlie Papazian. Infelizmente, nos atrasamos na viagem e não encontramos com o Papazian, mas conseguimos conhecer a associação e deixar algumas das nossas cervejas caseiras para ele.

A Brewers Association fica numa casa, no centro de Boulder, com diversos escritórios, um espaço para exposição de produtos vendidos pela associação, como livros e copos, e um bar, bem bonitinho com duas chopeiras!

Um dia a Acerva Carioca vai ter uma sede dessas!

Como ainda nos sobravam alguns minutos, antes de partir pro aeroporto, resolvemos dar uma volta na cidade e tomar a saideira em algum pub. Acabamos nos deparando com a BJs Brewery.

A BJs Brewery é um brewpub que produz cerca de 10 tipos de cerveja. Nossa passagem foi rápida e cada um só experimentou uma. Eu bebi a Pale Ale e o Ricardo, a Brown Ale. Ótimas!

Último dia no Colorado: Maravilhoso!

Saúde!