quarta-feira, 29 de junho de 2011

Na Estrada: Biertour em Santa Catarina

No 2º dia do evento, visitamos o Pub Black Swan, outra ótima opção da Ilha. O pub é bem animado, tem uma bandinha de rock excelente, boa carta de cervejas, chopps ingleses e da paranaense Klein, e o melhor chilli beans que já comi na vida.
FemAle Carioca esteve aqui
Já muito lindo por fora


O cardápio

Chilli beans e Stout da Klein

O pub é bem divertido, fica no baladeiro bairro da Lagoa da Conceição, e é de visita obrigatória.

Algumas das 12 choppeiras. UAU!

A cariocada no Black Swam
No 3º dia de viagem, entramos no ônibus da alegria, também conhecido pelo nome oficial de Biertour, organizado pela AC Catarinense, rumo às cervejarias da região.

A 1ª micro visitada foi a Das Bier, na cidade de Gaspar, que produz 30mil litros/mês, mas com boa capacidade de expansão. O proprietário, Emerson Bernardes, nos recebeu com uma visita e chopps Brown ale, pilsen, pilsen não filtrado e weizen, além de uma cachacinha maturada na cave da cervejaria, que recebeu elogios e pedido de bis do nosso maior apreciador de cachaça, Ricardo Rosa.

FemAles na linda vista da Das Bier

Emerson apresentando a fábrica.

ACervA Carioca na cave da Das Bier
Almoçamos na Vila Germânica, pavilhão em que ocorre a Oktoberfest.

Pavilhão todo ao estilo germânico


E partimos pra Bierland, cujo equipo é comandado pelo Sr. Dimer, com os pitacos do biersommelier Paulo Bettiol, o amigo Feijão. A visita foi muito boa e a degustação melhor ainda. Tivemos a oportunidade de provar a pale ale com dry hopping, direto do tanque. As produções estão cada vez melhores. 

O Feijão se encarregou de guiar a visitação

Muito agradável o ambiente do bar
FemAles degustando as Bierlands Vienna e Imperial Stout
 De lá, corremos pra Eisenbahn, que tem uma visita mais enxuta, já que não podemos adentrar pela fábrica. Mas com um barzinho gostoso, uma bandinha super show, e Lust em promoção, voltamos carregados de compras.

Só brindando com Lust

A última visita foi na cidade de Pomerode, a CervejariaSchornstein, que é uma graça, com um bar bem agradável, alguns tipos de chopp e pão de bagaço de cerveja.

Família reunida na Schornstein

Uma delícia o Biertour, que ficou com gosto de quero mais. Mas no dia seguinte teria mais, e muito melhor...

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Na Estrada: Floripa - Academia da Cerveja

Rumo ao VI Encontro Nacional de Cervejas Artesanais, sediado pela ACervA Catarinense, na deliciosa ilha de Florianópolis, tivemos um incrível feriado.

VI Encontro de Cervejas Artesanais
No mesmo voo foram Tati, Botto, Lu, Maurinho, Rafa Oliveira, Dani, Sergio Buzzi (Penedo/RJ) e Cristiam Nazareno (Juiz de Fora/MG). Fretamos uma van e fizemos um city tour pela Ilha, que culminou numa excelente sequência de camarão na Barra da Lagoa.
 
Cervejeiros do RJ e MG já em Floripa
À noite, fomos recepcionados na Academia da Cerveja. Esse bar tem 2 aninhos de vida, mas sua história é bem longa, embrionária da cultura cervejeira no Brasil.



O Junior tinha uma padaria, também conhecida como Padoca, que vendia cerveja comum. Num belo dia de 2003, por engano, entregaram-lhe Bohemia Weiss em vez de Bohemia regular; e ele, injuriado, estocou aquela coisa cara sem botar pra vender.  Seu salvador veio a ser o manezinho da ilha Marco Zimmerman, caseiro da AC Catarinense, que, estando na padaria e vendo um anúncio da Bohemia Weiss na Revista Veja, aberto no balcão, desafiou o Junior: “se vc tiver essa cerveja, com esse copo, eu bebo aqui”.

No mesmo dia em que o Junior conseguiu o copo, ele avistou o Zimmerman passando do outro lado da rua e assobiou. Daí, começou a história da Padoca com belas cervejas, incluindo o dia em que ele, todo suado, atrás do balcão, viu um belo carro parar na frente de sua padaria, e dele sair Juliano Mendes, dono da Eisenbahn, que lhe disse "sabias que tu és o bar que mais vende Eisenbahn no Estado, depois do bar da fábrica?”.

FemAles Tati, Regina e Lu com o Junior
 A Padoca ficou pequena, e o Junior, junto com amigos, abriu a Academia da Cerveja, que fica no bairro de Trindade, e tem um vasto cardápio de cervejas, chopps Eisenbahn, copos corretos, garçons atenciosos, ótimo clima de animação, um segundo andar pra lá de aconchegante, muito bem decorado, e sanduíches com nomes de lúpulos.

A famosa Academia da Cerveja
Os sanduíches com nomes de lúpulo têm um pão delicioso


Toda quinta-feira tem a “5ª bica”, um chopp convidado. No dia do chopp Colorado Indica, os 50L se esvaíram em meros 40 minutos.

Alguns dos Chopps
Vale muito destacar que o Junior patrocinou em 2007, no II Concurso das ACervAs, a participação do Raphael Tonera, caseiro da AC Catarinense. Para nós cariocas, organizadores do Concurso, foi uma grande surpresa um caseiro patrocinado, ainda mais por uma padaria. Era só o começo de uma bela história.
Coruja, de POA, uma das cervas vendidas lá, e a vasta geladeira

O Junior lavando uma louça no fim da noite; e minhas anotações


E assim, em grande estilo, na Academia da Cerveja, comemoramos, após a meia-noite, o aniversário da FemAle Regina.

Olha a FemAle Regina com um litrão de chopp Eisenbahn
Não satisfeitas com a visita de quarta, voltamos na quinta, pra um segundo round de Academia. 


Com nossa madrinha, Katia Jorge, e sua filhota
Carol Bender, da Seasons (POA), e Ingrid, da Maltemoiselles (SP)
 
Com Falcone (esquerda) e Sadi e Sr. Werner (direita)



Parabéns ao Junior, por seu entusiasmo e belo bar. Longa vida à FemAle Regina e à Academia da Cerveja, eleita em 2009 e 2010 o melhor chopp pela Veja Comer e Beber!

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Degustação de novas cervejas

O último encontro FemAle foi marcado para degustarmos alguns presentes que ganhamos e visitar nosso mascote, Tiaguinho.

Compramos uns frios e preparamos um penne ao molho de gorgonzola para acompanhar a degustação.

Começamos com as cervejas Leuven, que recebemos da própria cervejaria. A primeira foi a Golden Ale, de 5,5% alc. Uma cerveja leve, de cor clara e com pouco aroma. Podendo evoluir um pouco no estilo. A segunda foi a Red Ale, de 6% alc. Aroma de caramelo, sabor torrado, cor amber. Encorpada. Gostamos bastante. Fechamos as Leuven com a Dubbel, de 8% alc. Cor castanha, aroma caramelo, bastante carbonatada e super refrescante!

A próxima cerveja foi uma Baltika, porter, de 7% alc. Considerada a melhor Porter do mundo pela revista Beers of the World em 2009. Estava bem gostosa. Aroma torrado, cor escura e sabor caramelo sem ser muito doce.

Em seguida, experimentamos uma Imperial Stout do Mauro Nogueira. Maravilhosa!!! Considerada a melhor cerveja da noite pela FemAle Flavinha.

A convidada da noite, Andrea Calmon, nos presenteou com duas cervejas: a Burgman, de 6,5% alc, uma Flanders Red, estilo pouco conhecido pelas FemAles, que apresentou bastante aroma de malte, cor castanha escura e sabor leve. E a Vivre Pour Vivre, já bastante comentada aqui no blog FemAle, com aquela jabuticaba que é um sucesso!

As saideiras da noite foram a Wals Brut, de 11% alc., presente da Balkonn, com cor amarela clara, pouca carbonatação, mas um aroma de coentro bem característico, e a Ithaca, de 10,5%, presente do Marcelo Carneiro, com sabor torrado e caramelo e alcool perceptível, muito boa!

Aproveitamos o encontro para entregar o presente de aniversário da FemAle Lu: Atrasado, como todos!

Depois de tanto tempo, conseguimos matar as saudades... Até breve!

domingo, 5 de junho de 2011

Empório Alto dos Pinheiros, Maltemoiselles e Sinnatrah

Desde o início de maio que tenho trabalhado alguns dias na semana em São Paulo, aproveitei a visita à cidade para conhecer algumas pessoas e novos lugares.

O primeiro ponto de encontro foi no bar Empório Alto dos Pinheiros.

O Empório é especializado em cervejas especiais e vinhos. No primeiro andar ficam as cervejas. Além de algumas geladeiras, existem várias prateleiras com diversos rótulos, que você pode escolher pra beber na loja, que eles gelam em 15 minutos. O bar também possui 10 torneiras de chopp, e as segundas e terças-feiras tem dose dupla! O cardápio também é recheado. Possui petiscos, sanduiches e pratos. Todos que eu experimentei estavam uma delícia!!!

Fui conhecer o bar no dia da “Breja” da Acerva Paulista. Conheci alguns integrantes e admiradores de cervejas especiais, como o Danilo, que fez uma cerveja com framboesa, o Rodrigo da Sinnatrah, o Eduardo do Homini Lúpulo, o pessoal do Breja do Breda, o Moisés, do Sexo e Cerveja, que fez uma cerveja com pimenta rosa, deliciosa! O Fulvio e a Amanda e o Eduardo Maneta.

Aproveitei a dose dupla de Bamberg e tomei vários chopps, entre eles, Helles com bruschetas tradicionais e Rauchbier com torradinhas com cogumelos e queijo emmental. Estava tudo ótimo, principalmente, porque fui super bem recebida pelo pessoal. Obrigada!

Na terça-feira seguinte, voltei ao Empório Alto dos Pinheiros, mas desta vez fui conhecer as meninas da Maltemoiselle. A Maltemoiselle é uma confraria feminina de cerveja, de São Paulo, inspiradas na FemAle Carioca. Estavam lá: Ingrid com o George, Julia, Tatucom a filha, Alice e Aline com Victor. Além deles, estavam também a Marcy, Amanda e Fulvio e Silvio e Ana Guerra, da Acerva Paulista.

Aproveitei o encontro para apresentar pra eles a Sex-a-Holic e a Ísis Dorval. Foi um sucesso! As Maltemoiseles ficaram me devendo a Holiday Stout, a última leva coletiva delas.

Na semana seguinte ia acontecer o “II Encontro de Cervejeiros Paulistas”, na Cervejaria-Escola Sinnatrah, e a carioca aqui também foi convidada!

Neste encontro, conheci outros dois casais muuuiiitttooo gente boa: a Zanith e o Alexandre Sigolo, cervejeiro da Cervejaria Nacional, e o Itamar e a Jéssica, que começaram a fazer cerveja caseira agora.

Neste dia experimentei algumas cervejas caseiras, entre elas: a Class War, uma American Brown Ale, de 4,5%, do Felipe Sigolo. A cerveja estava muito boa, encorpada, escura e bem lupulada. Depois passei para a Pilsen, que a Acerva Paulista fez durante o curso do Paulo Schiaveto, que também estava redondinha. Delícia! E por última, a dívida da semana anterior, a Holiday Stout, de 4%, das Maltemoiselles. Estava leve e com uma cor linda. E o rótulo, a cara delas! Rsrsrsrs.

Na semana passada fui conhecer a Cervejaria Nacional, mas isso é papo para outro post!

Saúde!

terça-feira, 19 de abril de 2011

Brooklyn Brewery


Após visitar a Avery, eu e Ricardo partimos para nossa segunda e última cervejaria da viagem, a Brooklyn Brewery.

Localizada em Nova Iorque, a Brooklyn surgiu da ideia de dois amigos, um banqueiro e outro jornalista internacional, de mudar de vida. O jornalista pegou o gosto por cervejas caseiras com diplomatas que estavam com ele em países islâmicos, onde a bebida alcoólica era proibida. A partir daí ele sugeriu que abrissem uma cervejaria. No início a ideia não foi muito levada a sério, mas depois de uma participação em um festival de cervejas no Colorado perceberam que podia ser um grande negócio.

Desde o início, o marketing foi um ponto fundamental para eles, que resolveram usar o nome Brooklyn, nome do conhecido bairro de Nova Iorque, e o designer do logo “I Love NY” para elaborar a marca.

No início, as cervejas eram fabricadas em Utica, no interior do estado. Em 1994, contrataram o cervejeiro Garrett Oliver para projetar a nova fábrica no Brooklyn, aberta em 1996. Atualmente, a fábrica está em reforma com previsão de triplicar a capacidade de produção.

Fizemos um tour para conhecer a fábrica e partimos para a degustação. Experimentamos, “on tap”, as cervejas Pilsner, Brown Ale, Irish Stout, IPA. Todas maravilhosas!!!

Recomendo a visita!

Saúde!

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Desbravando Bares: Botequim do Príncipe

Ricardo Rosa com FemAles Duda, Regina e Tatiana, no Botequim do Príncipe
O centro da cidade, como já não é novidade, está cheio de bares com cervejas especiais (sem entrar na polêmica dessa denominação).  Nós já conhecíamos alguns, e já falamos aqui do Al Farabi, mas tinha um que sabíamos ser muito bom, mas não tínhamos tido a oportunidade, o Botequim do Príncipe , também conhecido durante o dia como Príncipe dos Galetos. 

O cardápio
Em um happy hour com amigos brahmeiros, ano passado, um deles quis me apresentar uma cerveja maravilhosa, que não lembrava o nome, e pagou a conta correndo pra  me levar ao tal bar que ele havia bebido essa maravilha. Chegando lá, o bar era o Botequim do Príncipe, e a maravilha  era a Wäls Quadruppel. Bebemos só duas, pois o Botequim do Príncipe estava fechando, mas ficou o gosto de quero-mais.

Como agora fomos procuradas via e-mail pra ajudar num trabalho final de faculdade, aproveitamos pra marcar lá com a menina, em plena sexta-feira.


O bar é uma graça, com vasto material de divulgação das cervejas, o que o faz ficar com cara de especializado mesmo, além de ter uma carta com aproximadamente 100 rótulos, divididos por Estados brasileiros e países. Os preços são honestos. Os petiscos, que ocupam 1 única folha do "folhado" menu, são bem feitos também. Pena não termos tirado fotos da porçãozinha de kibe. Uma delícia. 



O nosso garçom foi o super atencioso Cristiano, que lembrou de perguntar nossas preferências e se esmerou em sugerir cervejas mil pro nosso paladar.

Esse cara é bom!
Começamos com a Estrella Damm Inedit e aproveitamos pra conhecer a linha de uma cerveja feita na Cervejaria Petrópolis, a Weltenburger Kloster. 



As La Trappes, qualquer uma, eram o destaque da promoção do cardápio, e "saideramos" com a quadruppel. 


Acabou que a menina do trabalho de faculdade não foi, mas o programa rendeu uma bela noite e mais uma excelente opção pra beber boas cervejas.


O Botequim do Príncipe vale a pena a visita pós trabalho. Um brinde!