quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Bernard Van den Bogaert in Rio

Tivemos o prazer de receber no Rio, em pleno verão de fevereiro, um dos mais renomados cervejeiros da Belgica, o brewmaster, diretor técnico, filho do fundador da De Koninc, atualmente trabalhando na Duvel, Bernard Van den Bogaert. Alem disso, o currículo dele é tão extenso, presidente disso, consultor daquilo, que não consegui lembrar de tudo, nem de obter informações mais precisas, pra contar aqui, mas pude entender que é o bam bam bam desse país tão cervejeiro.

Esse é O cara!
A ACervA Carioca encontrou o Bernard e sua esposa, Monique, no Boteco Colarinho, em Botafogo, onde pudemos degustar uns chopps e fazer uma harmonização de Falke Ouro Preto com queijo gorgonzola, oportunidade em que nos foi ensinado, por ele próprio, como degustar: 1º) bebe-se um gole de cerveja; 2º) come-se um pedaço de queijo; 3º) finalmente, mais um pouco de cerveja, e prepare-se pra uma explosão de sabores.

 
Monique, FemAle Eu e Benard
 Como o tempo era corrido, levamos os belgas, a pedido deles, pra conhecer o Delirium Café, em Ipanema, onde conseguimos vários autógrafos dele em garrafas de Duvel.


Serginho Fraga, FemAle eu e Bernard, com nossas garrafas autografadas
 O Bernard nos explicou que existe diferença entre a Duvel bebida em garrafas de 330ml, engarrafadas pela própria cervejaria, e as de 750ml, engarrafadas na La Chouffe por causa da rolha. Ele acha a menor mais gostosa; eu, data máxima vênia, com toda humildade, achei o contrário. Gosto é gosto, né?! Não posso esconder o meu, por pior que seja.

Na continuação, pedimos a incrível La Chouffe Houblon, doubbelen IPA tripel, descrita como um casamento entre uma Imperial IPA ("imperial" na concepção belga) e uma belgian tripel, e que usa 3 tipos de lúpulo: tomahawk para amargor, saaz no aroma, e amarillo no dy hopping (este último dado colhido no blog ParaQueVoCerveja )


Uma curiosidade é que a família da Monique, esposa do Bernard, trabalha na Chimay, sem nenhum conflito a la Montequio e Capuleto.


Um brinde a essa visita muito especial!

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Cerveja Boa é Notícia


Para quem não viu, aí vai o pdf da matéria:







Eduardo Fradkin e Mônica Imbuzeiro obrigada pela ótima matéria e foto.

Cheers!

PDFs by Beer Jack

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Rio Show e Delirium Café


Fomos procuradas pelo caderno Rio Show do jornal O Globo pra indicar um bar de cervejas especiais no RJ. Como amamos vários, como Aconchego Carioca, Beertaste, Bar da Frente, Boteco Colarinho, Al Farabi, Lapa Café, ....., nos comunicamos com alguns amigos cervejeiros solicitados pra indicar também, citamos alguns bares pro jornalista, e fomos fazer as fotos no Delirium Café, velho e delicioso conhecido, localizado no festejado bairro Ipanema.


A nova fachada do Delirium Café
O Delirium Café, desde o nosso primeiro post, cresceu muito. Está com uma carta de cervejas com mais de 250 rótulos, ampliou em muito a estante, e aumentou o número de chopeiras.

Opa!

Delírio!
De chopps, o alemão de trigo Weihenstephaner, o inglês Old Speckled Hen, o irlandês Guinness, os paulistas Colorado Indica e Bamberg Helles e o carioca (na verdade, Fluminense) Theresópolis Gold.

Weihenstephaner e Indica

Old Speckled Hen com queijo brie. Hummmmmmm!!!!!

Falando sobre alguns chopps e cervejas com o jornalista Eduardo


Continuamos a noite com uma wit bem honesta, a Grisette

Essa Gouden Carolus é fantástica.

A escocesa Hardcore IPA: é hardcore mesmo. Vale muito a pena.

Duda, Flavinha e Tati amam Orval

FemAles com o queridíssimo Tom, melhor gerente do Brasil.

FemAles com o sempre atencioso e receptivo Helinho (ao centro), dono do Deliium Café, e com o sempre-querendo-ser-female Maurinho.
No final da noite, o Diego, do Boteco Colarinho, que tinha ido beber conosco no Delirium, ofereceu uma saideira de chopp Colorado-Demoiselle na pracinha em frente ao Boteco. Mas isso é papo pra outro post...


Um brinde a essa deliciosa noite de segunda-feira. Não deixem de ler "Amanhã, n'O Globo".

domingo, 30 de janeiro de 2011

Presentes do Tio Sam – Parte 2

Após a última noite de degustação das cervejas trazidas dos EUA pelo Diego, do Boteco Colarinho, descobrimos que ele ainda tinha umas últimas garrafas para provarmos. Marcamos um segundo dia de degustação das americanas na casa do Mauro Nogueira. Estávamos eu, Ricardo, FemAle Lu, Mauro, Diego e Thais, filha do Ricardo.



Começamos a noite com caseiras de primeiro nível: Lulúpulo, da FemAle Lu e Fornicale, do Ricardo Rosa.

Passamos para um restinho da garrafa de DCS aberta algumas noites antes e iniciamos a degustação das americanas, sempre intercaladas pelas caseiras da noite.



A primeira cerveja foi a Jack D’Or, da Brewery Pretty Things. Uma Saison American, com 6,5% alc. Cor dourada, leve turbidez e aroma levemente azedo. No sabor: seca, lupulada, condimentada e um amargor rascante agradável. Bem carbonatada. Todos gostaram.



Experimentamos, então, a última garrafa da famosa Hop Wine, de 2008, 11% alc, do Mauro. Estava ótima, nada oxidada, apesar da idade. Perdeu um pouco de aroma, mas manteve o amargor do sabor e a cor cobre.

A segunda cerveja americana foi a Harvest, Sierra Nevada – Northern Hemisphere, 6,7% alc. Feita com “Wet Hopping”, isto é, com flores de lúpulos colhidos com até 24 horas de antecedência. Cascade e centenial que geraram 60 a 65 IBUs. Cor cobre, transparente, leve carbonatação. Muito boa!





A seguinte foi a Oatmeal Stout, de 5% alc, do Mauro e da FemAle Lu. Também estava uma delícia. Leve e bem equilibrada.

Depois veio a primeira garrafa a ser aberta da Ísis D’Orval, 5% alc, uma cerveja minha e do Ricardo. A partir da Ísis, uma amber que eu havia feito em fevereiro de 2010, adicionamos de 30 a 40 ml do final de duas garrafas de Orval e deixamos refermentar e maturar por 10 meses. Com aroma forte de orval, sabor com características típicas do brettanomices mas pouca carbonatação, achamos que ainda não estava pronta, pois havia sido engarrafada no início de janeiro. Vamos aguardar a próxima garrafa.




A terceira cerveja americana foi a World Wide Stout – Dogfish Head, 18% alc. Cor preta, viscosa, calor e aroma de álcool, sabor torrado, leve adocicado, leve baunilha e bem cremosa. Um sucesso!

Quando achávamos que tinha acabado, ainda apareceram duas garrafas não menos importantes: uma Intrepidus Nocturnum II, 14, 5% alc, do Ricardo e do Mauro e uma Barley Wine, 10,6% alc, de 2007, do Mauro. A primeira estava com suas características mantidas e bastante álcool no aroma. A segunda com aroma leve de vinho do porto proveniente da oxidação, um pouco adocicada e leve carbonatação.

Para acompanhar tudo isso, torradas com patê de fígado do Mauro, peito de frango ao Garam Massala feitos na Wok e brigadeiro de colher. Simples e delicioso!!!

Ótima noite de degustações!!

Até a próxima!

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Fim de Ano

A seleção de fim de ano!

Super tradicional nos 2 anos de FemAle Carioca é o brinde de ano novo realizado com FemAle-Oculto. Esse ano nos reunimos dia 30 de dezembro, e tivemos a honra de receber a ilustre visita da Ingrid Calderoni, do grupo feminino paulista Maltemoiselles.

As 6 FemAles, a Indrid e o Tiago na barriga da Talita.

Iniciamos a degustação com a porter caseira Cabesas Bier, presenteada pelos cervejeiros uruguaios Rodrigo e Cecília, que vêm nos visitar em abril.



Abrimos então alguns presentes comprados no Delirium Cafe pela FemAle Flavia, e começamos com a italiana Noel Baladin, 9%abv. É uma cerveja bem gostosinha, proeminência de caramelo no aroma. No sabor, não é doce, não sendo nada enjoativa.


A segundona foi a St. Feuillien Christmas Noel, degustada com os panetones premium da Casa Suíça, que são sensacionais. A cerveja é bem equilibrada, ótima.

St Feuillien e Clarinha Botto ao fundo.

Na sequência, Delirium Christimas, que é uma excelente cerveja. Estava com um pouquinho de acidez, mas não comprometeu nada essa deliciosa belgian strong dark ale, muito pelo contrário.

Olha a Ingrid aí atrás.

O Botto nos presenteou com a Biertruppe Vintage, barley wine maturada em barris de carvalho, pra ser degustada com tender marinado por 12 horas em ... biertruppe vintage. Ficou incrível. E por incrível que pareça, também harmonizou muito bem com chocotone.rs.

Flavinha, Fred e Biertruppe Vintage

O próximo presente foi trazido pelo Ricardo Rosa: sua caseira,  nacional e internacionalmente  premiada, Inveja de Baco, uma barley wine de muito respeito, das melhores que há. Realmente sensacional.

Mestre Ricardo e sua Inveja de Baco

Tendo nosso tender "voado", nos rendemos ao couvert do La Mole, em domicílio.

Apetitoso, né!?
O Botto nos premiou com a praticamente raridade Eisenbahn Dama do Lago, uma belgian strong dark ale campeã do I Concurso Eisenbahn.

Cerveja que envelhece cada vez melhor.

Direto do Mamãe Bebidas, de BH, veio o presente Malheur 12, uma belgian strong dark ale de ótima qualidade.

Laurinha Nogueira ao fundo


 Realização do FemAle-Oculto:

Flavinha tirou Tati
Tati tirou Duda.

Talita tirou Regina
Duda tirou Talita
Regina tirou Lu

Lu tirou Flavinha



A Duda então nos brindou com sua caseira defumada, simplesmente chamada Defú!

Cervejinha campeã de excelente drinkability! Quem disse que não se pode beber uma rauch um dia inteiro?

E, por fim, trufas de chocolate trazidas pela Regina com Baden Baden Christmas Beer.


Foi uma deliciosa noite, também contada pelas Maltemoiselles, pra esperar as boas cervejas que 2011 nos trará! Um brinde!


Todos juntos!